terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Compartilhando

É assim que as estrelas apagam? Que os universos explodem? Não como uma explosão, assim é o começo. Mas em silêncio. Tudo se torna devagar, a criatividade desaparece e o mundo vira escuridão. Não um vazio, só o nada. Como um planeta perdendo seu fluxo orbitacional, parando lentamente, lentamente...

O que acontece então? Para onde que vai toda aquela energia? A explosão que deu início a tudo. As galáxias surgiram do choque de planetas, todos eles girando em volta da mesma estrela, ela que é toda luz. A fonte de tudo. E se mesmo sabendo disso, ainda não há explicação satisfatória, o que importa quando não houver ninguém observando?

Tudo parece tão pequeno, frágil e cheio de vida. Talvez exista lógica na aleatoriedade, ser orfão de um universo diferente, insignificante. Em dar sentido e significado ao que nos rodeia, como damos aos planetas e  universo, aparentemente tão maiores do que nós. Faltam palavras, mas acha que tudo se resume a uma pergunta: é assim que se morre?

Um comentário:

Diário De Um Dedinho disse...

Viver, universo, amor, morte, Deus...
Palavras pequenas, mas de uma complexidade sem medida.
De mutáveis definições. Se e' que existe tal definição.
Hoje, neste momento (no instante seguinte já não sei mais) definiria todas elas como: sentimentos.
Sobre a morte li uma vez uma definição que me agradou. Por isso ficou em minha memória. Diz assim:
"... Não há ida sem volta,
Nem volta sem ida.
A morte, não e' morte.
E' só a essência da vida."