Pulam,
de uma relação vazia para outra.
Amam e desamam.
Dizem uma coisa,
mas fazem outra
Simulam,
fazem promessas e as quebram.
Apaixonam e desapaixonam.
Juram que é para sempre,
mas não cumprem.
Fogem,
para esconder o que sentem.
Perdoam e amaldiçoam.
Querem esquecer,
mas só sabem lembrar.
Choram,
mas não aprendem.
Sofrem inutilmente.
Uma multidão de crianças envelhecidas,
impotentes.
3 comentários:
Esta criança não é impotente.
Tanto não é que ela está gritando o que está machucando-a.
Mas ela grita para quem?
Essas crianças vivem nas bordas de si mesmas.
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